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O horror não termina na prisão

Por Jillian Kestler-D’Amours

, por IPS

“Estava desesperado. Não falava com ninguém. Não queria sair de casa. Estava muito nervoso e me irritava com qualquer coisa”, contou o palestino Hamza, de 17 anos, que não passa um dia sem recordar seus sofrimentos na prisão militar israelense de Ofer.

No ano passado, Hamza foi detido no meio da noite, acusado de ter jogado pedras contra colonos israelenses perto de sua escola na Cisjordânia.

O jovem disse à IPS que foi algemado, vendado e que recebeu socos enquanto era levado a um centro de interrogatório. “Me perguntaram onde e como havia atirado as pedras, em que momento exato, se foi de noite ou de dia, e quem estava comigo”, descreveu. “Na prisão fui colocado em uma pequena cela. A comida era passada por baixo da porta. Comíamos no mesmo lugar onde urinávamos. Às vezes nos despiam e faziam piadas e, ao mesmo tempo, batiam na gente”, acrescentou o adolescente. Leia mais

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