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Fragmentos de Nova Iorque nos seis meses do Occupy

Por José Soeiro e publicado no portal esquerda.net

, por IHU

Aconteceu, entre 16 e 18 de março, o Left Forum, encontro que juntou mais de 4 mil ativistas em Nova Iorque, organizado por dezenas de associações, revistas, grupos políticos, redes de pesquisa, coletivos ativistas dos Estados Unidos da América. Aqui alguns fragmentos desses dias em Nova Iorque.

Nesse fórum convergiram os principais dinamizadores do movimento Occupy dos vários pontos dos EUA e do Canadá. Em debate, uma miríade de temas de política, cultura, intervenção. O balanço sobre o Occupy, os seus desafios estratégicos e os próximos passos atravessaram todo o encontro.

O microfone humano

O microfone humano é uma bela metáfora do movimento Occupy. Em qualquer sítio, improvisa-se amplificação: “do it yourself”. Qualquer intervenção, para ser ouvida, precisa da cooperação ativa de todos. Cada um vai repetindo o que ouviu para que os outros também ouçam, mesmo que discorde do que foi dito. Pode demorar mais tempo, é verdade. Mas às vezes é preciso ir devagar se temos pressa.

A polícia ocupa Zuccotti Park

A capa do jornal Metro tem o seguinte título: “Occupy Wall Street raises fist...NYPD puts it down”. No dia em que fez seis meses, voltou-se ao Zuccotti Park. Festejou-se, debateu-se, cantou-se. Mas as regras tinham mudado: na praça, que é propriedade privada, foi afixada uma placa de metal que diz que é expressamente proibido levar sacos de dormir, barracas, ou sentar-se no chão. A polícia não hesitou: quando os primeiros ocupantes começaram a abrir as mantas, começou a porrada, evacuou-se a praça e cercou-a de grades. 70 pessoas foram presas. Em resposta às críticas à brutalidade da sua atuação, a polícia emitiu um comunicado em que se justifica da seguinte forma “os manifestantes deixaram o parque numa confusão, com garrafas de licor por todo o lado” e “às 11:39 da noite uma pessoa chamada ’smackem1’ escreveu no twitter: ’só faremos a diferença se matarmos um policia ou dois’, o que configura uma ameaça de morte”. Leia mais

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